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sexta-feira, 3 de junho de 2016

CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO DE BEBÊS E CRIANÇAS DOS 15 MESES AOS 10 ANOS

 Por: Bruna Romanini Foto: Getty Images

Saiba quais as imunizações necessárias, quantas doses o seu filho precisa tomar e quando isso ocorre

Vacinas15 meses18 meses24 meses4 anos5 anos6 anos9 a 10 anos
BCG ID
Hepatite B
Tríplice bacteriana (DTPw ou DTPa)ReforçoReforçoReforçoReforçoReforço
Haemophilus influenza BReforçoReforço     
Poliomielite – vírus inativadoReforçoReforçoReforçoReforçoReforço
Rotavírus
Pneumocócica conjugadaReforçoReforçoReforço
Meningocócica conjugadaReforço
Influenza (gripe)Reforço anual*Reforço anual*Reforço anual*Reforço anual*Reforço anual*Reforço anual*Reforço anual*
Poliomielite – vírus vivos atenuadosDia nacional de vacinaçãoDia nacional de vacinaçãoDia nacional de vacinaçãoDia nacional de vacinaçãoDia nacional de vacinaçãoDia nacional de vacinaçãoDia nacional de vacinação
Febre amarelaReforço
Hepatite A2º dose
Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)2ª dose 
Varicela (catapora)2ª dose
HPV
Fonte: Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

quinta-feira, 26 de maio de 2016

CUIDADOS ESSENCIAIS AO LEVAR O BEBÊ PARA LUGARES FECHADOS



Veja os cuidados ao levar o bebê na casa de familiares, shopping, transporte público e outros

É preciso ter alguns cuidados especiais ao levar o seu bebê a lugares fechados como shoppings, casas de familiares e em transportes públicos, como ônibus, trem e metrô. Primeiro, é importante respeitar o tempo do bebê. “O ideal é só levar o bebê a locais fechados pelo menos após os 3 meses de vida quando ele já recebeu o primeiro ciclo de vacinas”, orienta a pediatra Rafaella Gasto, do Hospital Leforte. 
É importante esperar este tempo para levar o bebê a locais fechados porque ele ainda não tem imunidade suficiente e será imunizado inicialmente pela mãe através do leite materno. “Em geral, as doenças adquiridas em locais fechados são as respiratórias de origem viral/bacteriana que nem sempre são protegidas por vacinas, porém podem levar ao risco de bronquiolite e até coqueluche, que em bebês abaixo de 3 meses pode ter apresentação grave”, alerta Rafaella Gasto.
A seguir, veja os cuidados ao levar o bebê para passear em locais fechados específicos:
Na casa de familiares e amigos
Antes de visitar seus amigos ou familiares é importante ter alguns cuidados. “Sempre pergunte antes de ir se há alguém doente no local (adulto ou criança) e evite o contato do bebê com esta pessoa ou mesmo cancele a visita”, afirma Rafaella Gasto.
Também é essencial manter o local em que o bebê ficará arejado. “Evite que pessoas beijem ou fiquem tocando no rosto e nas mãos do bebê. Peça para lavarem sempre as mãos ou passem álcool gel antes de pegar no bebê”, conta Rafaella Gasto.
Visitas na sua casa
Evite visitas de muitas pessoas de uma vez em casa, pois com mais gente fica difícil controlar manipulação excessiva com a criança, além de deixá-la mais irritada. “O ideal é estar sempre com um grupo menor de pessoas ao redor do bebê”, diz Rafaella Gasto. Veja outros cuidados importantes ao visitar o recém-nascido aqui.
Shopping, restaurantes e transporte público
Não permaneça com o bebê por um tempo muito prolongado em shoppings, restaurantes, ônibus, metrô, trem, entre outros. “Procure evitar os horários de pico, quando sabemos que estará muito cheio ou em datas comemorativas (véspera de natal ou Dia das Mães, por exemplo). Evite que pessoas estranhas toquem no bebê, principalmente em suas mãos ou rosto. Evite estar próximo a pessoas tossindo ou espirrando”, alerta Rafaella Gasto.
Outros cuidados em locais fechados
Pai, mãe, avós ou cuidadores devem estar atentos ao ambiente e lavar bem as mãos ou usar o álcool gel após pegar em corrimão e portas de locais públicos e logo depois manipular o bebê.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

SAIBA COMO AMAMENTAR



Confira dicas sobre a maneira correta de oferecer o leite materno ao seu bebê

A amamentação proporciona diversos benefícios para a mamãe e o bebê, mas também gera diversas dúvidas. Por isso, selecionamos dicas que irão ajudá-la na hora de amamentar seu filho.
A pega correta
O bebê deve abocanhar o mamilo e a aréola. “Se o pequeno pegar só o mamilo irá causar fissuras, o que possibilita o aparecimento da mastite”, alerta o mastologista AnastasioBerrettini, presidente da Comissão de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). Para conseguir isto, a boca do seu filho precisa estar bem aberta. Note se os lábios do bebê estão invertidos, semelhante à boca de “peixinho”, esta é a posição correta para ele mamar.
O bebê está mamando?
A melhor maneira de descobrir é observar durante a amamentação se o bebê faz movimentos ritmados de avanço e recuo e em seguida engole. Se o seu pequeno faz isso, significa que ele está mamando. Além disso, note se seu seio está esvaziando durante o aleitamento.
Tempo das mamadas
Conforme o bebê cresce, o tempo de cada mamada tende a diminuir. “Em geral no primeiro mês dura de 20 a 40 minutos, depende do pequeno, depois ficam mais rápidas e duram 15 ou 10 minutos”, explica o pediatra Luciano Borges, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Colocar para arrotar
Coloque o bebê em pé por um tempo quando ele terminar de mamar. “No caso do leite materno, o pequeno arrota pouco, pois não engole muito ar. Deixe-o em pé por 10 ou 15 minutos e depois volte para a posição original, o bebê arrotando ou não”, orienta Borges.
Intervalo entre mamadas
A recomendação é que o bebê seja amamentado na frequência chamada livre demanda, ou seja, a qualquer hora, de acordo com a fome do pequeno. Nos primeiros dias de vida, o recém-nascido costuma mamar com intervalos reduzidos e conforme cresce o espaço de tempo entre mamadas tende a aumentar. “O ideal é que sejam intervalos curtos no mínimo 2 horas e pode variar até 4 horas, dependendo do bebê”, constata Borges.

sábado, 21 de maio de 2016

TOSSE COM CATARRO EM BEBÊ: SAIBA O QUE FAZER

tosse com catarro em bebês

Entenda como prevenir e quais cuidados ter diante da tosse com catarro em bebês

A tosse com catarro em bebês pode ser sintoma de outros problemas de saúde. “Mais comumente das infecções de vias aéreas superiores, que são as gripes e os resfriados. Rinossunusites bacterianas e pneumonia também podem ser causas”, explica a pediatra Tatiana Miranda, coordenadora do Pronto Socorro Infantil do Hospital Leforte.
O que fazer diante da tosse com catarro
É importante procurar o pediatra diante da tosse com catarro em bebês a fim de descobrir qual é a melhor maneira de agir. “No caso das infecções de vias aéreas superiores, se não houver outros sintomas associados, pode-se observar, pois os resfriados e gripes são autolimitados, de duração de 3 a 7 dias, podendo-se amenizar a tosse com inalação, soro fisiológico e lavagem nasal com soro”, afirma Tatiana Miranda.
A tosse com catarro pode ser um sintoma de que o resfriado ou gripe está se tornando uma infecção de via aérea bacteriana, rinossinusite ou pneumonia. “Quando isso acontece geralmente a tosse persiste por mais de 7 dias, a febre costuma ser persistente por mais de 5 dias, pode haver a mudança da coloração do catarro de claro, ou branco para amarelo-esverdeado. Contudo, o mais importante é o estado geral do bebê, ou seja se ele está ou não ativo, mamando e sem desconforto respiratório. Quando o bebê fica prostrado, largado, hipoativo, ou com dificuldade para respirar, aumento do número de respirações por minuto, deve-se procurar o serviço de urgência”, alerta Tatiana Miranda.
Como prevenir a tosse com catarro em bebês
Para prevenir a tosse com catarro em bebês evite fatores que contribuem para a sua persistência. “São eles expor o bebê ao tabagismo, poeira, animais de estimação, ambientes mal arejados e com baixa umidade. Pode-se então fazer uso de umidificadores e não esquecer de manter os bebês bem hidratados no verão, porque a desidratação contribui para a tosse com catarro”, orienta Tatiana Miranda.

PNEUMONIA EM BEBÊS E CRIANÇAS: SINTOMAS, CAUSAS E TRATAMENTO

 Por: Bruna Romaninibebê com pneumonia Foto: Getty Images

Saiba tudo sobre a pneumonia em bebês e crianças e evite que a doença afete ainda mais a saúde do pequeno

A pneumonia em bebês e crianças exige atenção especial. Por isso, é preciso saber reconhecer e como agir diante da doença. Infelizmente, os bebês e crianças são mais propensos a ter pneumonia devido ao sistema imunológico imaturo deles. “A penumonia ocorre, a cada ano, em 3 a 4% das crianças abaixo de 4 anos e 1 a 2% nas crianças pré-escolares e escolares”, revela a pediatra Tatiana Miranda, coordenadora do Pronto Socorro Infantil do Hospital Leforte. 
Fatores de risco da pneumonia em bebês e crianças
Os principais fatores de risco da pneumonia em bebês e crianças são: gripes e resfriados, falta de aleitamento materno, prematuridade, falta de vacinação, contato próximo com adultos doentes, pneumonia anterior, doenças pulmonares congênitas, imunodeficiência e presença de doenças crônicas e entrada precoce na escola.
Causas da pneumonia em bebês e crianças
A pneumonia pode ser causada por bactérias ou vírus e, mais raramente, outros agentes atípicos. “Ela ocorre geralmente a partir de uma infecção de vias aéreas superiores, como gripes e resfriados”, conta Tatiana Miranda.
Sintomas de pneumonia em bebês e crianças
Um dos sintomas da pneumonia em crianças ou bebês é a queda do estado de geral dela. “O pequeno fica menos ativo, apresenta febre associada à tosse, taquipneia, que é o aumento do número de respirações por minuto, e dificuldade e esforço respiratório. Na maioria dos casos existe um quadro prévio de resfriado ou gripe”, diz Tatiana Miranda.
Tratamento da pneumonia em bebês e crianças
Diante dos sintomas da pneumonia em bebês e crianças, medique a febre e procure atendimento médico de urgência. “Após a confirmação do diagnóstico pelo pediatra, siga o tratamento dado pelo médico, a maioria dos casos são leves e podem ser tratados em casa”, afirma Tatiana Miranda.

terça-feira, 17 de maio de 2016

SAIBA COMO FAZER O BEBÊ DORMIR

Por: Bruna Romanini 
 Foto: Getty Images

Confira atitudes que vão fazer seu bebê dormir como um anjinho

Por incrível que pareça, a melhor forma de fazer o bebê dormir é não fazendo ele dormir! “É um erro conceitual, ninguém faz os outros dormirem, nós deixamos que o outro durma”, explica Renata Konzen. Assim, se o bebê chora, os pais devem acalmá-lo e colocá-lo para dormir. “Até os 40 dias você coloca o bebê no berço e eles dormem. Depois disso, começam a enxergar melhor e querem ver o mundo e fica difícil para o bebê tomar a decisão de ir dormir”, diz a consultora familiar Renata Konzen, autora do livro Durma Tranquila: O sono de bebês de 0 a 6 meses.
Claro que os pais podem contribuir para que o bebê durma. “O trabalho dos pais é dar apoio emocional e ajudar o bebê a se acalmar quando ele não consegue fazer isso sozinho”, afirma Renata Konzen.
Para tranquilizar o pequeno os pais podem:
  • Caminhar e balançar um pouco a criança no colo. “Isso funciona porque quando estava na barriga da mãe ela ficava no balanço do caminhar”, destaca Renata Konzen;
  • Colocar o bebê apoiado na barriga também é uma ótima ideia. Deixe a cabecinha do pequeno bem abaixo do seu pescoço, ele ficará de frente para você, barriga com barriga;
  • Até os três meses é válido colocar o bebê em um embrulhinho com o cobertor. Faça assim: coloque o cobertor em forma de diamante e coloque o bebê em cima, com a cabeça para fora da parte mais larga, de modo que os pezinhos ficam na ponta. Dobre a ponta direita e coloque-a em torno do lado esquerdo do bebê, deixando apenas o braço esquerdo do pequeno de fora. Depois, pegue a ponta do cobertor, traga para cima e coloque-a no peito do bebê. Por fim, dobre o lado esquerdo e coloque a ponta sob o bebê. Pronto!
  • Veja outras maneiras de acalmar o bebê aqui.
Criar um ritual de sono também ajuda. “Assim o pequeno irá se acalmar e pegar no sono”, explica a pediatra Lucila Bizari F. do Prado, presidente do departamento de sono da Sociedade de Pediatria de São Paulo.
Primeiro, os pais precisam perceber quando a criança está começando a ficar sonolenta. Então, começam a realizar o ritual. É importante que façam sempre a mesma sequência, assim com o passar do tempo o bebê irá entender que é hora de dormir.
Algumas boas atitudes que podem fazer parte do ritual e irão ajudar o pequeno a pegar no sono são: começar a falar mais baixo, desligar a televisão e outros eletrodomésticos, dar um banho no bebê e cantar uma canção de ninar. Acostumar o bebê a ter uma naninha também é interessante. Assim, sempre que ele receber a naninha, vai entender que é a hora de dormir.
Assim que estiver calminho, o bebê provavelmente dará alguns sinais de que quer dormir. “Bebês pequenos coçam a orelhinha, esfregam o olho e em bebês com a pele clara em baixo da sobrancelha fica mais vermelhinho. A partir destes sinais os pais podem levar a criança para dormir, colocá-la no berço e deixá-la dormir sozinha”, orienta Renata Konzen. Então, não coloque o bebê já dormindo no berço, pois assim ele não irá aprender a dormir.
Evite horários determinados
Com o tempo, seu bebê irá estipular os seus horários de sono. Afinal, é muito difícil para os pais determinar o horário do sono, simplesmente porque se o pequeno não quer dormir, ele não irá dormir. Mas saiba que com o tempo, os bebês tendem a criar sua própria rotina de sono. “Muita gente fica preocupada com o horário, isso não é importante. O importante é que sempre que o bebê tenha sono, ele seja colocado para dormir”, observa Renata Konzen.
Assim, não é necessário criar uma rotina de sono. “O que fazemos é ajudar o bebê a conseguir dormir e uma vez que ele consiga dormir você vai ver que ele cria uma rotina perfeita, dormindo todo dia no mesmo horário”, explica Renata Konzen.
Veja outras ótimas dicas de como colocar o bebê para dormir nesta outra reportagem do portal BebêMamãe.com.